sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Temporalidades traiçoeiras

Quando aceitei este emprego, disseram-me que eu deveria ter a responsabilidade que eu nunca tive em toda a minha vida. Este emprego seria uma como uma compensação por tudo que tinha acontecido comigo no decorrer de todos os anos. Eles tinham reconhecido o erro cometido e tentaram recompensar...


domingo, 8 de maio de 2011

Mais uma carta para minha mãe!

Olá, mãe. Sou eu de novo. Aqui estou, mal-humorado, depressivo como sempre, num domingo onde eu deveria estar feliz pelas minhas lembranças que tenho de ti. Mas infelizmente, o que realmente tenho é muita raiva e decepção.




domingo, 12 de dezembro de 2010

Um papo muito estranho

Encontrei a Sandra quase que por acaso. Eu tinha ido ao banco para pagar algumas contas, e na saída do mesmo comecei a observar algumas calças em promoção das lojas. E eu como sempre desastrado caminhando pela rua, acabei trombando nela.

domingo, 8 de agosto de 2010

Uma carta para o meu pai

Bom dia, meu pai, que nunca conheci, que nunca vi e nem sei se você ainda existe. Falam muito de você, que tenho seu jeito, seu nariz, mas nunca recebi uma só mensagem de ti, pelo menos para dizer “Como vai meu filho?”, poderia até ser indiretamente, por outra pessoa, mas que desse o ar da graça. Que mostrasse interesse.

Você pode imaginar como é uma criança estar ao lado de seus coleguinhas, vendo seus pais os segurando, abraçando, dando aquele tipo de carinho a qual nunca tive? De acompanhar seus primeiros passos, sua primeira palavra dita, da queda inevitável de uma bicicleta, da formação da sua personalidade, da primeira briga, da primeira namorada...Pois é... Você nunca participou desses momentos, você nunca esteve lá quando eu mais precisava! Você simplesmente se foi... E eu sempre estava te esperando!

terça-feira, 13 de julho de 2010

A Escuridão

Fonte: Blog do Favre
A escuridão me envolve por completo, como se eu tivesse sendo engolido por um buraco negro de dimensões grotescas. Como cheguei até aqui, eu não sei. Não conseguia compreender o que estava acontecendo. Só sei que a razão me foge totalmente, enquanto o medo começa a me dominar por completo.

De repente, bem ao fundo, um ponto brilhante, uma fagulha, que simplesmente aflora como se fosse uma saída, um escape, o prenúncio da minha libertação.


sábado, 22 de maio de 2010

Dona Zizu

Ahhhhh... Quem não se lembra da dona Zizu? Aquela senhora que morava no nº 45, da rua Amadeu Fontoura, que adorava fazer doces e quitutes aos montes, e depois distribuía entre as crianças da rua? Era uma festa, aos fins de semana a casa dessa velha senhora era lotada de crianças, não só da rua, mas também das outras bem próximas.

Aliás, Dona Zizu era muito querida pelos moradores, era como se fosse a mãe mais velha de todos, seus conselhos eram sempre levados a sério e para qualquer decisão tomada, Dona Zizu era sempre a primeira a ser ouvida. Se aquela rua fosse um reino, Dona Zizu certamente seria a rainha.

domingo, 2 de maio de 2010

Andréia, um sonho e um pesadelo!

Andréia era uma garota muito linda, olhos verdes, cabelos castanhos, um corpo escultural, o sonho de consumo de qualquer homem. Com a beleza que tinha, conseguia tudo que queria, e ela sabia como provocar. Filha de pais de classe média, Andréia era uma menina mimada, mas no fundo tinha uma tristeza que você só perceberia se fosse intimo dela, não no sentido sexual da coisa, mas no da amizade.
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